• O repórter Marcello Veríssimo, do Jornal do Litoral, participa neste fim de semana da Oficina de Escrita Criativa e Meditação, que acontecerá no próximo sábado e domingo, a partir das 10h, na Casa Udjain, no Sumaré, em São Paulo. O curso une duas paixões de Veríssimo: a meditação e a escrita, além de ser uma oportunidade de especialização para melhorar sua capacidade de contar histórias e levar informação.

    O projeto “A monja e a escritora” é formado Tati Isler (Asha Ishaya), Monja Ishaya e professora de meditação, além da jornalista, escritora e roteirista Milly Lacombe, uma das jornalistas mais conceituadas do país. Formada em Rádio e TV na FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado), possui um texto impecável. Ela assina duas colunas na Trip e TPM há mais de 16 anos, entre outros projetos em importantes veículos de comunicação do país. Em 2018, Lacombe também participou do programa Amor & Sexo, na Rede Globo, que abordava sexualidade e temas relacionados. A jornalista, que hoje possui mais de 50 mil seguidores no Instagram, permaneceu na bancada durante toda a temporada naquele ano.

    Já Tati Isler, formada em História e Jornalismo durante 15 anos como jornalista, 7 deles cobrindo cinema em Hollywood, nos Estados Unidos, antes de fundar a TI Comunicações, empresa de marketing e comunicação que representa o turismo da África do Sul no Brasil e América do Sul. Há sete anos, quando recebeu o diagnóstico de câncer de mama, começou a incluir a meditação diariamente na sua vida.

    Sua biografia diz que ela passou muito bem pelo tratamento, e nunca mais parou de meditar, aprofundando-se em sua viagem interior. Tati virou monja Ishaya, professora de meditação, levou a prática para sua equipe e em plena quarentena lançou uma empresa de viagens para dentro, a TI Transforma, que tem como missão levar a consciência para o universo corporativo, por meio da meditação.

    Para Veríssimo, a oportunidade de participar novamente de um curso com Milly Lacombe é única. “Participei de um curso com a Milly, ainda no início dos anos 2000, na Rua Augusta, poder reencontrá-la pessoalmente para falar de jornalismo não poderia ser melhor”.

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